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Terminando a guerra, a retomada da antiga produção foi bastante difícil, pois antes era
necessário dispor de recursos para o remanejamento das instalações. Na segunda guerra mundial (1945) a fábrica foi ocupada pelos americanos. Heinrich Röhm e sua família foram levados à força para um acampamento
transitório, levando apenas objetos de uso pessoal. As instalações ainda intactas na Alemanha Oriental foram ocupadas pelos detentores do poder e transformadas em “empresas do povo”. Em 1946 já com 63 anos, Heinrich
Röhm tornou a decisão de reedificar a fábrica junto com seus filhos. Sem máquinas, nem terreno e principalmente capital, as únicas bases para a reconstrução foram a visão empresarial e a vontade de realizá-la. Em
uma marcenaria arrendada começou-se com a produção de brinquedos de madeira compensada e restos de madeiras, e na primavera de 1947 recomeçou a produção de mandris para furadeiras, com coroa dentada. A partir deste
desenvolvimento, a Röhm tornou-se uma das empresas lideres no setor de fabricação de ferramentas de fixação com o lema: “Nada substitui a qualidade”. Criou-se portanto qualidade do menor mandril porta broca até os
equipamentos hidráulicos de alta tecnologia de fixação para o mais complexa tecnologia de usinagem. Atualmente a Röhm possui unidades de produção em Sontheim/Brenz, Dillingem (Alemanha), e São Paulo (Brasil), além
de escritórios de vendas e engenharia em diversos paises do mundo. Presente no Brasil desde 1959, com um escritório, a Röhm iniciou a produção em São Paulo em 1976. Hoje com de 25 anos e 170 funcionários, continua
lider no mercado mundial, produzindo ferramentas de fixação e servição associados com tecnologia e qualidade garantida.
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